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Vida e Arte - A persistência da memória.

A Persistência da Memória, Salvador Dalí, 1931.

A vida é uma sintonia de afetos e paixões, situações e impressões, sugestões, desejos e
precisão. Quando falamos de arte, falamos de expressão de sentimentos. Música, Cinema, Pintar, Colorir, Desenhar, Falar, Refletir. Todas acepções do querer e formas de expressão.

O expressionismo foi uma tentativa de burlar as padronizações, mas o surrealismo, sim, é aqui que encontramos o jeito belo e mirabolante de mostrar as formas e acepções dos
humanos.

Salvador Dalí grande artista, em sua magnífica obra, a Persistência da Memória, mostra como o tempo é irreal, a memória é algo permanente, por vezes falha e branca, porém, está em toda parte, pelo chão , pelos céus e por nós mesmos. Estamos agarrados a ela e ao tem, que é contínuo sempre contínuo.

A imagem de Dalí ao centro da imagem, expressa que somos memórias, e produzimos. Talvez seja isso uma arte.
Lembrar é o pincel, que retoca, com um pouco de preocupação e ansiedade. Sim, o desejo de acontecer ou de recordar, fazem os pincéis do viver trabalharem.

A vida é uma arte, das repetições, das diferenças e ao mesmo tempo do refletir, e criar.

Criatividade e expressão, atividades da vida, a transformando em uma permanente dulçor artístico.



Mateus R. Soares
Graduando em Ciências Humanas/Sociologia - UFMA - Campus III - Bacabal-Ma.

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